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Três Paradoxos %

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5 de setembro de 2016

Dezoito anos servindo às comunidades empresarial e profissional


Três Paradoxos em Negócios  Por Rick Boxx

 

Você algum dia já parou para examinar sua forma de ver o mundo e os fatores que formaram essa visão?  Nossa visão do mundo é de fundamental importância, já que molda a maneira como pensamos a respeito dele e como reagimos a ele.  Sob este enfoque, muitas opiniões comumente sustentadas nos negócios são contrárias à visão bíblica do mundo e seríamos sensatos se compreendêssemos como essas perspectivas são conflitantes.  Aqui estão algumas delas:

1-  Lucros.  Nos anos 1980, o famoso economista Milton Friedman proclamou:  “O único propósito de um negócio são os lucros.”  Muitos líderes abraçaram a visão de Friedman, justificando sua busca para aumentar os lucros a qualquer custo.  Em 1987, essa visão foi publicamente exposta no filme “Wall Street” (N.T. Aqui no Brasil, “Wall Street – Poder e Cobiça”). Numa cena fundamental, no momento em que a bolsa de valores entrava em colapso, em grande parte devido à ganância, Michael Douglas, fazendo no filme o papel de Gordon Gecko, ironicamente declara: “A ganância é boa!” Infelizmente, muitos ainda acreditam neste lema, apesar das inúmeras evidências de que tal coisa é errada.  O paradoxo surge quando consideramos o que a Bíblia diz.  Por exemplo, I Coríntios 10:31 ensina:  “Assim, quer vocês comam, bebam ou façam qualquer outra coisa, façam tudo para a glória de Deus.”  É o mesmo que dizer que Deus deseja que a nossa empresa – nosso trabalho – resulte em glória para Ele, e não vise apenas obter lucros.   Que ponto de vista você escolheu?

2-  Parceria.  Jim tinha uma empolgante ideia para um novo negócio, mas ela exigia uma quantia significativa de dinheiro para ser lançada.  Um conhecido ofereceu-se para investir os recursos necessários e tornar-se sócio igualitário de Jim.  Embora a esposa de Jim o tenha alertado quanto a associar-se em “jugo desigual” com aquele homem, o qual não compartilhava das mesmas crenças e valores, Jim foi em frente, ansioso por obter o financiamento que precisava.  A história teve um rápido e triste desfecho um ano mais tarde quando o sócio de Jim o forçou a deixar o negócio porque desdenhava de suas crenças espirituais.  Nós vemos um dilema similar em II Crônicas 20:37, depois que Josafá, o rei de Israel, se associou a um rei ímpio para construir navios.  Deus destruiu os navios e enviou um profeta para dizer a Josafá:  “...Por haver feito um tratado com Acazias, o Senhor destruirá o que você fez.”...

3- Posição. O mundo profissional e empresarial nos diz que podemos escolher quem bem entendermos para ser nosso sócio.  Deus, entretanto, é o dono de todas as coisas, de acordo com as Escrituras.  Se isto é verdade, Ele não deveria ter o direito de escolher as pessoas com quem nos associamos – e a forma como trabalhamos com elas? Quando eu era jovem, galgando a escada corporativa, minha mentalidade estava focada em subir mais e mais, de forma a ter mais e mais pessoas que servissem a mim.  Foi então que uma experiência sacudiu essa forma de ver a mundo! O presidente do banco para o qual eu trabalhava pediu aos empregados que trouxessem seus carros, pois ele iria lavá-los, num ato de serviço a todo o quadro de funcionários.  Quando, sem acreditar, questionei sua abordagem não convencional, meu chefe sorriu compreensivamente e lembrou-me que Jesus serviu Seus discípulos ao, humildemente, lavar-lhes os pés.   Jesus disse em Lucas 22:26:  “...O maior entre vocês deverá ser como o mais jovem, e aquele que governa como o que serve.”  A mentalidade do nosso mundo diz que os líderes devem ser servidos, mas Deus diz que os melhores líderes são aqueles que servem aos outros.

 

Próxima semana tem mais!    Rick Boxx é presidente e fundador da 'Integrity Resource Center', escritor internacionalmente reconhecido, conferencista, consultor empresarial, CPA, ex-executivo bancário e empresário. Adaptado, sob permissão, de 'Momentos de Integridade com Rick Boxx', um comentário semanal acerca de integridade no mundo dos negócios, a partir da perspectiva cristã.  Tradução de Mércia Padovani. Revisão de Juan Nieto (jcnieto20@gmail.com).


Perguntas para Reflexão ou Discussão  

 

1.   Como você reage a estes aparentes paradoxos na forma de ver como nós deveríamos operar no mundo empresarial?

 

2.   Em sua opinião é justificável dizer: “Para ser bem-sucedido nos negócios devemos fazer o que é preciso, embora eu saiba  que a Bíblia ensina que devemos nos comportar de outra maneira no ambiente de trabalho.”?  Explique sua resposta.

 

3.   Você concorda que crenças e valores pessoais e profissionais devem ser considerados na formação de uma sociedade nos negócios?  Por que não deveríamos apenas levar em conta as habilidades, talentos e investimentos tangíveis com os quais os sócios podem contribuir e só?

 

4.   Você já trabalhou para alguém que visse o próprio papel dentro da empresa como o de uma pessoa que serve às demais?  Que impacto tal atitude poderia exercer sobre empregados, clientes e fornecedores?  Você crê que isso diminuiria de algum modo a influência e o poder do líder? Por quê?

 

Nota: Se deseja considerar outras passagens da Bíblia relacionadas ao tema, sugeri-mos:  Mateus 6:19-24, 33;  Marcos 10:45;  Efésios 6:5-9;  Colossenses 3:23-24. 



MANÁ DA SEGUNDA® é uma reflexão semanal do CBMC - Conectando Business e Mercado a Cristo, organização mundial, sem fins lucrativos e vínculo religioso, fundada em 1930, com o propósito de compartilhar o Evangelho de Jesus Cristo com a comunidade profissional e empresarial. © 2016 - DIREITOS RESERVADOS PARA CBMC BRASIL -  E-mail: liong@cbmc.org.br -Desejável distribuição gratuita na íntegra. Reprodução requer prévia autorização. Disponível também em alemão, espanhol, francês, inglês, italiano e japonês.


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