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17 de outubro de 2016  _  19 anos servindo às comunidades empresarial e profissional


Incidente Grave com o Soprador de Folhas    Por Jim Mathis 

Tempos atrás minha mulher sugeriu que eu parasse de remendar minha velha máquina de soprar folhas no jardim e comprasse uma nova. Sendo assim, comprei outra em uma loja de artigos domésticos local. Depois de poucos minutos soprando as folhas do quintal, porém, me dei conta de que estivera muito perto de ter meus dedos cortados fora porque não havia um protetor para as hélices da máquina.  Tornei a colocá-la na caixa e a levei de volta à loja. A atendente do balcão de devolução me disse que eu deveria levar o aparelho a outra loja, na qual ela imaginava que eu o teria comprado, já que a sua loja não vendia aquela marca. Não demorei muito para concluir que outra pessoa havia comprado um soprador de folhas na loja, e depois colocara uma outra máquina quebrada na caixa e a levara de volta em busca de reembolso.     Como se não fosse suficientemente ruim a tramoia do cliente desconhecido, aparentemente ninguém daquela loja se dera ao trabalho de olhar dentro da caixa antes de recolocá-la na prateleira para ser vendida.  Ao deixar de fazer isso, poderiam ter enfrentado um grande processo, caso eu ou qualquer outra pessoa se ferisse ao usar a máquina. Teria sido bom se a loja tivesse se desculpado pelo seu erro, ao invés de erroneamente me acusar de não prestar atenção ao que eu estava comprando. Por fim,  substituíram a máquina defeituosa.
Eu, desta vez, abri a caixa para inspecionar o equipamento novo antes de deixar a loja. 
Pode ser impossível impedir que ladrões e bandidos devolvam mercadorias defeituosas ou danificadas para outras lojas, mas é possível controlar o que os nossos clientes levam para casa.
Obs: convém aprender com os erros dos outros : VERIFIQUE SEMPRE ANTES DE SAIR DA LOJA

Quando administrava uma cafeteria, costumava dizer aos meus funcionários que uma bebida não estava errada até que fosse colocada nas mãos de um cliente. “Cheque duas vezes o pedido antes de chamar o nome do freguês”, eu os instruía. Todos nós podemos fazer uma comida ruim, fotos deficientes, ou produtos que não funcionem. Ninguém é perfeito. O problema acontece quando não somos competentes o suficiente para reconhecer o problema e solucioná-lo antes que o cliente tenha que lidar com ele.  A competência vem da experiência. Em meu negócio como fotógrafo profissional, tenho aprendido a reconhecer uma boa foto quando a vejo, e me assegurar de que os clientes recebam o melhor. Ninguém, a não ser eu mesmo, vê as fotos ruins que produzo.  Este princípio se aplica a qualquer negócio. Precisamos nos esforçar para que o carro funcione corretamente, a comida seja boa, o software opere, a declaração de imposto esteja correta, e que ninguém tenha os dedos decepados por causa de uma proteção que faltou.
Coisas erradas acontecem por causa da incompetência e falta de cuidado com o cliente. 

Sob a perspectiva empresarial, adotar padrões de excelência faz todo o sentido. Quando servimos nossos clientes bem, há uma possibilidade maior de que eles venham nos prestigiar no futuro. Mas existe uma razão ainda maior para sempre fazermos o melhor que pudermos:  As Escrituras nos dizem: Tudo o que fizerem, seja em palavras ou em ação, façam-no em nome do Senhor Jesus, dando por meio dEle graças a Deus Pai.” (Colossenses 3:17). Se realizamos um trabalho de segunda, em sã consciência, podemos fazê-lo “em nome de Jesus”? Mais adiante, o mesmo capítulo declara: “Tudo o que fizerem, façam de todo o coração, como para o Senhor, e não para os homens.” (Colossenses 3:23).  Deveríamos ter prazer em oferecer o nosso trabalho – seja qual for – a Deus, como um presente preciso e sacrificial.  Também nos é dito: Por que somos criação de Deus realizada em Cristo Jesus para fazermos boas obras...” (Efésios 2:10).
A qualidade do nosso trabalho pode ser a maior evidência da autenticidade da nossa fé. 

Próxima semana tem mais!    Texto de autoria de Jim Mathis, dono de um Estúdio de Fotografia em Overland Park, Kansas, USA, especializado em trabalhos corporativos, comerciais e artes dramática. Também dirige uma Escola de Fotografia. Jim é autor de 'Câmaras de Alto desempenho', livro para pessoas comuns sobre fotografia digital. Foi dono de uma Cafeteria e Diretor Executivo do CBMC, em Kansas City, Kansas, Missouri. Tradução de Mércia Padovani. Revisão de Juan Nieto (jcnieto20@gmail.com). 


Questões Para Reflexão ou Discussão  

1.    Você já passou por uma situação parecida e comprou um produto defeituoso em uma loja?  Qual a reação da loja quando você o devolveu  ? 
2.    Por que a qualidade do nosso trabalho e o nosso cuidado com os clientes são tão importantes? 

3.    Para você o que significa “trabalhar como para o Senhor, e não para homens”?  Isso é prático e possível, mesmo quando se trabalha para uma organização que não estimula o uso de princípios bíblicos como guia para as práticas comerciais diárias?  Explique sua resposta.

4.    O que lhe vem à mente ao considerar o ensino bíblico de que “somos criação de Deus” para realizarmos boas obras?  Como você reage a isso? 
Nota.:  Desejando considerar outras passagens da Bíblia relacionadas ao tema, sugerimos  Provérbios 10:4;  12:27;  22:21;  Eclesiastes 2:24-26;  Efésios 6:5-9;  II Timóteo 3:16-17. 


MANÁ DA SEGUNDA® é uma reflexão semanal do CBMC - Connecting Business and Marketplace to Christ, organização mundial, sem fins lucrativos e vínculo religioso, fundada em 1930, com o propósito de compartilhar o Evangelho de Jesus Cristo com a comunidade profissional e empresarial. © 2008 - DIREITOS RESERVADOS PARA CBMC BRASIL -  E-mail: liong@cbmc.org.br -Desejável distribuição gratuita na íntegra. Reprodução requer prévia autorização. Disponível também em alemão, espanhol, francês, inglês, italiano e japonês.


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