zz TITO 2.13-14 Senhor Jesus Cristo...Se deu a Si mesmo por nós para nos remir de toda a iniquidade e purificar para Si um povo Seu especial, zelosos de boas obras. TIAGO 2.1 Senhor Jesus Cristo, Senhor da glória > Salmo 24
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devocional do dia
Até quando?
“Seis dias vocês o recolherão, mas o sétimo dia é o sábado; nele, não haverá nada a recolher. No sétimo dia algumas pessoas saíram para o recolher, porém não o acharam. Então o Senhor disse a Moisés: — Até quando vocês se recusarão a guardar os meus mandamentos e as minhas leis? Vejam! O Senhor deu a vocês o sábado; por isso, ele, no sexto dia, lhes dá alimento para dois dias; cada um fique onde está, ninguém saia do seu lugar no sétimo dia. Assim, o povo descansou no sétimo dia. A casa de Israel deu àquele alimento o nome de maná. Ele era como semente de coentro, branco e com gosto de bolo de mel.” Ex16.26 a 31
Não gostamos de deserto, por ser um tempo de privações, de lutas, de incertezas. Temos pressa em sair dos desertos da vida. Mas precisamos reconhecer que os desertos podem ser um lugar extremamente produtivo, com muitos ensinamentos e grande conhecimento de Deus.
Nosso Senhor trabalha nos desertos; Ele revela seu amor e cuidado na vida do seu povo. No deserto os detalhes, as coisas pequenas do dia a dia ganham novo significado e importância, e aprendemos que dependemos de Deus em tudo!
O capítulo 16 de Êxodo nos conta da murmuração do povo contra Moisés e Arão, por terem os tirado do Egito. Achavam que iam morrer de fome e lembravam das panelas de carne do Egito, esquecendo que eram escravos.
Moises deixou claro que a murmuração do povo não era contra ele e Arão, mas contra Deus e lhes disse: “Cheguem-se à presença do Senhor, pois ele ouviu as murmurações de vocês”(v.10). Então Deus falou: “vocês comerão carne, e, pela manhã, vocês comerão pão à vontade, e saberão que eu sou o Senhor, seu Deus” (v.12).
E se Deus prometeu, ele cumpriu. Codornizes a tarde e maná pela manhã. Extraordinário, inusitado, milagre! O maná tinha instruções claras: deveriam colher todos os dias, o quanto pudessem comer, à vontade, mas na necessidade do dia, sem guardar para o dia seguinte. O povo não confiava em seu Deus; guardaram maná e apodreceu.
No sexto dia deveriam colher o dobro pois no sétimo dia, dia de descanso, dia dedicado ao Senhor, não haveria maná. Mais uma vez não acreditaram e saíram a procurar o maná no sétimo dia.
Então Deus perguntou: “Até quando vocês se recusarão a guardar os meus mandamentos e as minhas leis?” Sua voz revelou que o coração do povo não confiava nele. Mesmo com todas as evidências do amor e cuidado do Senhor com eles, ainda não confiavam, ainda buscavam ter o controle nas mãos.
Depois de fazer a pergunta, Deus disse que o sábado era um presente e que não precisariam trabalhar no sábado, pois na sexta teriam maná em dobro, que não estragaria no dia seguinte. Que cuidado evidente de Deus! Que presente é poder descansar sob o cuidado do Pai!
A pergunta para o povo se repete em nossas vidas: Até quando vamos nos recusar a guardar os mandamentos do Senhor? Até quando vamos insistir em viver do nosso jeito? Até quando vamos buscar independência e autossuficiência, deixando de conhecer o Senhor e o seu amor?
As experiências do povo no deserto nos convidam a confiar mais e mais em Deus e na sua provisão diária. Em nossos desertos somos cuidados e surpreendidos pelo amor de Deus. Ele é o Deus que nos sustenta, nos ensina e nos conduz, dia a dia em sua presença e com a sua provisão!
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