zz 2Pe 1.17 Este é o meu Filho amado, em quem me comprazo > Mateus 3.17, Mt 17.5 a Ele ouvi...
Mc 1.11 e 9.7 Lc 3.22 João 1.32-34
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devocional do dia
Cura em Jesus
“Então os israelitas partiram do monte Hor, pelo caminho do mar Vermelho, para rodear a terra de Edom. Mas o povo se tornou impaciente no caminho e falou contra Deus e contra Moisés, dizendo: — Por que vocês nos tiraram do Egito, para que morramos neste deserto, onde não há pão nem água? Já estamos enjoados dessa comida ruim. Então o Senhor mandou para o meio do povo cobras venenosas, que mordiam o povo; e morreram muitos do povo de Israel. Então o povo foi a Moisés e disse: — Nós pecamos, porque falamos contra o Senhor Deus e contra você. Ore ao Senhor, pedindo que tire de nós as cobras. Então Moisés orou pelo povo. O Senhor disse a Moisés: — Faça uma serpente e coloque-a sobre uma haste. Quem for mordido e olhar para ela viverá. Moisés fez uma serpente de bronze e a pôs sobre uma haste. Quando alguém era mordido por alguma cobra, se olhava para a serpente de bronze, ficava curado.” Nm21.4 a 9
O descontentamento e a murmuração do povo no deserto, após a libertação do Egito, é uma constante nos primeiros livros da Bíblia. Chega a ser cansativo ler de novo e de novo, as mesmas queixas, para o mesmo líder e contra seu Deus.
O texto nos diz que o povo estava impaciente no caminho e descobrimos que a falta de paciência não é uma característica apenas da nossa época, mas faz parte da natureza humana caída. O que fazemos em nossas impaciências? No deserto, eles falaram contra Deus e Moisés. Eles colocaram os olhos em outros e não avaliaram a si mesmos, não atentaram ao próprio coração.
O teor da reclamação chama nossa atenção. Eles perguntaram: “por que vocês nos tiraram do Egito, para que morramos nesse deserto, onde não há nem pão nem água?” Havia uma distorção da verdade na mente do povo. Deus os tirou do Egito para que vivessem em liberdade e não para morrerem no deserto. E na jornada pelo deserto, uma e outra vez, Deus supriu água e pão, cuidando das necessidades do povo.
Para concluir, ainda disseram: “estamos enjoados dessa comida ruim”. A comida ruim a que se referiam era o maná, o pão do céu, que estava disponível todas as manhãs sem que precisassem plantar e colher. Na primeira vez que viram o maná, que tinha gosto de bolo de mel, reagiram com assombro, maravilhados, mas agora estavam enjoados, desprezando a provisão de Deus.
As murmurações foram ouvidas e Deus enviou cobras venenosas. O que o povo temia, acabou acontecendo e muitos morreram picados pelas cobras no deserto. Então reconheceram que pecaram e pediram que Moisés orasse para que Deus tirasse as cobras do meio deles.
Moisés orou e Deus ordenou: “Faça uma serpente e coloque-a sobre uma haste. Quem for mordido e olhar para ela viverá”. E assim aconteceu – todos que foram mordidos e olharam para serpente pendurada na haste, foram curados!
Este é um dos textos no AT que aponta claramente para Jesus na cruz. Em sua conversa com Nicodemos em Jo3.14 e 15, Jesus disse: “Assim como Moisés levantou a serpente no deserto, assim também é necessário que o Filho do Homem seja levantado, para que todo o que nele crê tenha a vida eterna”.
A voz de Deus tem ecoado ao longo da Bíblia e da história proclamando que não há salvação a não ser em Jesus Cristo. Só Ele pode nos salvar; só Ele pode nos libertar do pecado; só Ele pode transformar nosso coração impaciente e murmurador!
E que assim seja!